 |
| Brincadeiras na Terra do Sítio
A convite do Tio Barnabé iremos conhecer a casa de Pau a Pique ou casa de Enchimento, saber sobre suas crendices e superstições que, segundo ele, "não se deve duvidar das histórias que o povo conta".
Iremos brincar de bola de gude, perna de pau, pião, resta um, cabo de guerra, amarelinha, jogo da velha e muito mais.
Os Mitos Que Vem da Mata passam pelo sítio. A presença do Saci está confirmada. A Mulher do Saco, a Iara, o Curupira e o Papa Figo talvez apareçam também.
|
| Brincadeiras de Rua
Neste mundo a imaginação encontrou campo fértil. Brincadeiras eram inventadas e criadas na hora. Muitos jogos nasceram nas ruas em momentos de inspiração.
Batata quente, duro ou mole, corre cotia, chuta lata, barra manteiga, chicote queimado, pula sela, cabra cega, boca de forno. Você conhece essas brincadeiras?
O que é? O que é?
Uma caixinha de bom parecer...
Que nenhum carpinteiro pode fazer?
Hoje, a frase seria:
Uma caixa com um belo design e a resposta é amendoim.
Parlendas, Trava-línguas, Advinhas, Cantigas de roda, Frases Feitas, Réplicas.
Se você não conhece essa linguagem folclórica aqui é um bom lugar para você aprender.
|
Culinária
"O doce perguntou pro doce qual era o doce mais doce, o doce respondeu pro doce que o doce mais doce é o doce de batata-doce".
Os doces caipiras com nomes esquisitos como apressado, mata fome, talhada, coruja, furundum, são feitos em tachos de cobre no fogão a lenha. Você vai experimentar um deles.
Dá até água na boca...
|
O raizeiro no Jardim de Cheiro
O vendedor de raízes e ervas está presente em quase todas as feiras públicas nas cidades do Brasil. Ele prepara remédios, garrafadas, banhos e explicam como usar as ervas para fazer um chá.
As pessoas procuram o raizeiro para preparar remédios que curam os males do corpo, da cabeça e do coração.
Os raizeiros dizem que "no próprio mundo que Deus criou, tem remédio para tudo que o mal tocou". |
Literatura de Cordel
O nome Literatura de Cordel provem de Portugal e data do século XVII. Esse nome deve-se ao Cordel ou barbante em que os folhetos ficavam pendurados em exposição.
Nas páginas dos livrinhos de Cordel encontramos antigas histórias, que vieram migrando e sendo modificadas ao sabor do contador local.
Assim, os clássicos contos de fadas, as fábulas de Esopo, contos de animais encantados, de assombração, bem como os "causos" e pelejas, foram ganhando características muito peculiares na vez daquele que contava ou cantava as estrofes.
Vamos conhecer o texto desta literatura e aproveitar o canto e encanto desta tradição tão brasileira. |
Xilogravura
A Xilogravura é uma arte antiga e possibilitou as primeiras reproduções de imagens externas do cotidiano.
No Brasil a popularidade da Xilogravura cresceu quando passou a ser integrada à literatura de Cordel, devido à falta de recursos gráficos que os autores enfrentavam.
Vamos conhecer o material utilizado para esta arte e imprimir uma gravura relacionada a este tema. |
Ciranda
A vaqueira Gerusa irá contar com a ajuda dos Cabeções Gigantes, a história do boi dançarino, do fazendeiro Tião, do pai Francisco, da Catirina e do Pajé, através de uma grande ciranda onde todos poderão participar, com matracas, chapéus e coloridas fitas.
Para você que nasceu aqui, que mora aqui ou que gosta daqui, venha conhecer histórias, costumes, crendices, danças, lendas, que têm a idade de nossa terra. |
|
|
 |