Blog da Raposa

A natureza faz bem à saúde

Diversas pesquisas científicas ligadas ao conceito de biofilia (uma teoria que defende que, ao longo da evolução humana, fomos programados para amar tudo o que é vivo e, por isso, a natureza nos faz sentir melhor), apontam que contato com a natureza é essencial para a saúde.
De acordo com o codiretor do Centro para Meio Ambiente e Saúde da Universidade de Chiba, no Japão, os parques, jardins, flores, etc. têm efeitos positivos em humanos. Seu trabalho tem como base a premissa de que passamos 99,99% de nossos cinco milhões de anos de evolução como primatas em meio à natureza e, por isso, seríamos essencialmente conectados a ela.
Um dos primeiros a demonstrar que a natureza faz bem foi Roger Ulrich, em 1984, ao comparar pacientes em quartos com janelas voltadas para árvores, com aqueles cujos quartos ofereciam vista para uma parede de tijolos, em um hospital na Pensilvânia, Estados Unidos. Seus resultados demonstraram que pacientes com acesso ao verde saíram mais cedo do hospital, tomaram analgésicos mais fracos ou em menos quantidade.
A partir da pesquisa de Ulrich, muitos passaram a defender mais áreas verdes em hospitais e até mesmo contato com a natureza como forma de medicina preventiva.
Com o tempo, surgiram análises também em escritórios, escolas e apartamentos, tanto sobre o uso da natureza no interior quanto ao ar livre.
Para os citadinos com dificuldades de encontrar espaços verdes, basta povoar varandas, mesas e paredes com belas flores e arbustos para sentir a diferença.
Quando se fala em natureza, vale ressaltar que o Rio de Janeiro, de acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, ostenta uma média de 55,83 m2 de área remanescente da Mata Atlântica por habitante. Um número muito superior aos 12 m2 mínimos recomendados pela Organização Mundial de Saúde.

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Brincar livre na natureza ainda é o melhor remédio!

No dia 28/01/2017 (sábado) venha participar, na Toca da Raposa, de jogos e brincadeiras que irão aguçar cada um de nossos sentidos.

ROTEIRO DO DIA

  Manhã

  •  Café da manhã
  • Chegada na Terra do Sítio .
  • Cozinha do Sítio – Quitutes da Tia Nastácia.
  • “Causos” do Tio Barnabé.
  • Oficina do Lobato-Brinquedos do Sítio.
  • Brincadeiras no Parque do Saci.

 

Tarde

  •  Almoço
  • Oficina de Barangandão ou de Bonecos de Legumes.
  • Trilha no Mantenedor da Fauna Silvestre.
  • Escorregador de Farinha/ Mini Arvorismo.
  • Gincana do Cinco Sentidos.
  •  Lanche da Tarde
  • Despedida

VALORES

Adultos e Crianças acima de 10 anos – R$ 130,00 (cento e trinta reais)
Crianças de 3 a 10 anos – R$ 105,00 (cento e cinco reais)
Crianças de 0 a 2 anos não pagam

 

No valor do passeio está incluso a entrada, o café de chegada, o almoço e o lanche de saída.

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DAS 09H:00 ÀS16H:00.

HORÁRIO DAS REFEIÇÕES:

Café da Manhã: das 09h:00 às 10h:00
Almoço: das 12h:00 às 13h:30
Lanche da Tarde: das 15h:30 às 16h:00

 

CONFIRMAÇÃO DE PARTICIPAÇÃO

Você deve confirmar sua participação por e-mail (comercial@tocadaraposa.com.br) até o dia 23/01/2017 e pagar seu voucher através de um depósito bancário até o dia 26/01/2017.

 

BANCO BRADESCO

Agência 07676 /
Conta Corrente 0001457-5
Nominal  Toca da Raposa
CNPJ. 02.212.307/0001-81

O comprovante de depósito deverá ser enviados por e-mail (comercial@tocadaraposa.com.br)).

Não haverá devolução dos participantes já pagos.

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Pirarrã, língua falada na Amazônia, foi considerada a mais difícil do mundo

Em uma reportagem publicada por Sputnik, em 21 de novembro de 2016, o professor de linguística da Universidade de Oslo, Rolf Theil, revelou que a língua mais difícil do mundo é o pirarrã. Entre milhares de línguas faladas no planeta, Theil escolheu essa língua falada por cerca de 350 nativos na região do rio Maici, na Amazônia brasileira.

O pirarrã é uma língua cuja pronúncia é muito especial, um dialeto em que a entonação é muito importante. Por exemplo, as palavras “amigo” e “inimigo” são as mesmas, mas a entonação difere. Ela pode ser falada, cantada e até mesmo assobiada. Na verdade, a língua é baseada em um conjunto de sons baixos transmitidos através de distâncias consideráveis. Isso permite aos nativos orientarem-se melhor em toda a selva e apresenta uma vantagem relevante na comunicação durante as chuvas torrenciais da Amazônia.

Qual a forma de se aprender o pirarrã?

Esse idioma difícil só usa verbos nos tempos do passado e futuro, que podem ser conjugados de 65 mil maneiras diferentes. Além disso, não tem substantivos no singular ou plural. O contexto da frase dirá o verdadeiro significado, segundo o portal Science Nordic.

O pirarrã tem apenas três vogais e oito consoantes, mas muitos sons específicos adquirem o significado de palavras inteiras. A transliteração pode ser detectada, muitas vezes, intuitivamente, porém, é preciso conhecer algumas regras do dialeto, caso contrário será impossível transmitir uma ideia.

Os especialistas acreditam que, devido à sua complexidade, aprender essa língua levaria cerca de dez anos para uma pessoa com memória média. Estudiosos descobriram alguma semelhança entre palavras em pirarrã e em inglês e português. No entanto, muitas dessas palavras têm um significado diferente, o que dificulta ainda mais sua aprendizagem.

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Saci-Pererê, um menino travesso

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O Saci-Pererê é um dos personagens mais conhecidos o folclore brasileiro. Talvez muitos não saibam, mas o dia 31 de outubro foi escolhido para homenagear esta figura tão representativa em nossa cultura que, provavelmente, surgiu entre povos indígenas da região Sul do Brasil, ainda durante o período colonial (final do Século XVIII). Nesta época era representado por um menino indígena de cor morena, que vivia aprontando travessuras na floresta.

Ao migrar para o Norte do país, o mito e personagem sofreram modificações ao receberem influências da cultura africana. O Saci se transformou num jovem negro com apenas uma perna, pois havia perdido a outra numa luta de capoeira. Passou a ser representado usando um gorro vermelho e um cachimbo, típico da cultura africana.

O primeiro escritor a falar do Saci-Pererê foi Monteiro Lobato. Com o título “Mitologia Brasílica – Inquérito sobre o Saci-Pererê”, ele colheu de leitores de um jornal, em 1917, diferentes narrativas de versões do mito. O resultado foi a publicação, no ano seguinte, da obra “Saci-Pererê: resultado de um inquérito”, primeiro livro do escritor. Com a transposição dos textos de Monteiro Lobato para a televisão, o Saci ultrapassou o imaginário, foi personificado e se transformou em um dos personagens mais famosos do nosso folclore.

Curiosidades

O Saci é um menino travesso que possui apenas uma perna, usa um gorro vermelho na cabeça e fica o tempo todo fumando cachimbo. Costuma correr atrás dos animais para afugentá-los, gosta de montar em cavalos e dar nó em suas crinas. Ele pode também aparecer e desaparecer misteriosamente, é muito irrequieto (não para um instante sequer), pois fica pulando de um lado para o outro e toda vez que apronta suas travessuras dá risadas alegres e agudas, além disso, gosta muito de assobiar.

Ao Saci-Pererê é atribuído tudo o que dá errado: ele entra nas casas e apaga o fogo do fogão, seca a água das vasilhas, esconde objetos (que dificilmente serão encontrados novamente) e seu principal divertimento é atrapalhar as pessoas para que elas se percam.

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Quando for ao Rio de Janeiro, visite o Museu do Índio

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O Museu do Índio, da Fundação Nacional do índio – Funai, tem sob sua guarda acervo relativos à maioria das sociedades indígenas, constituído de 17.981 peças etnográficas e 15.121 publicações nacionais e estrangeiras especializadas em etnologia. Seu principal objetivo é contribuir para maior conscientização sobre a contemporaneidade e a importância das culturas indígenas. Como instituição de preservação e promoção do patrimônio cultural indígena, empenha-se em divulgar a diversidade existente e história entre centenas de grupos brasileiros.

Os diversos serviços do Museu do Índio são responsáveis pelo tratamento técnico de 833.221 registros textuais, que datam a partir do século XIX, além de ampla e diversificada documentação audiovisual (em sua maioria, produzida pelos próprios índios).

A instituição vem adotando diferentes estratégias de comunicação com o público, como a disponibilização de informações pela internet e a criação dos espaços Museu das Aldeias e Muro do Museu para a montagem de mostras temporárias, além de uma exposição de longa duração no prédio central que apresenta diferentes formas de expressão e saberes das sociedades indígenas no Brasil. A casa utiliza modernos recursos museográficos na exibição de seus acervos e promove atividades culturais com a presença de monitores indígenas. Há também um atendimento especial para o público infantil no Espaço de Criação, reservado somente para os pequenos.

O Museu do Índio coordena ainda o Programa de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas, uma iniciativa que estimula a participação direta dos índios pela promoção de oficinas de trabalho. Esta ação já alcança 135 aldeias de Norte a Sul do Brasil, por meio de 42 projetos de documentação de línguas, culturas e acervos, beneficiando uma população de 30 mil índios. Estas e outras parcerias têm como principal finalidade contribuir para defesa da terra, do direito e da qualidade de vida desses povos.

Museu do Índio

Visitação: de terça a sexta-feira (das 9hs às 17h30); sábados, domingos e feriados (das 13hs às 17 horas). Grátis aos domingos.

Endereço: Rua das Palmeiras, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro – Brasil.

 

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Estudo mostra medidas que podem ajudar a preservar a Floresta Amazônica

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Um artigo publicado na revista Science alerta que os esforços de manejo locais são indispensáveis para evitar que o ecossistema entre em colapso

Com o mundo cada vez mais convencido da necessidade de combater as mudanças climáticas, é forte a cobrança para que se reduza a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera. Porém, não basta esperar que os grandes poluidores assinem acordos em convenções internacionais e adotem medidas de grande porte. Embora isso seja essencial, um artigo publicado em 2015, na revista Science alerta que os esforços de manejo locais são indispensáveis para evitar que os mais importantes ecossistemas do mundo entrem em colapso, à medida que o planeta aquece.

O desmatamento, a pesca desenfreada e a poluição provocada por fertilizantes, por exemplo, são algumas das pressões ambientais que colocam em risco patrimônios da humanidade como a Floresta Amazônica, que está na lista dos tesouros naturais da Unesco. A região foi analisada por uma equipe internacional de pesquisadores, para expor, no artigo, a necessidade de protegê-la, independente do aumento ou da redução nas emissões de CO2.

De acordo com Marten Scheffer, diretor do Departamento de Ecologia Aquática e Qualidade de Manejo do Solo da Universidade Wageningen, na Holanda, os efeitos das mudanças climáticas como ondas de calor, enchentes e secas – fenômenos que têm sido observados nos últimos anos -, acontecem devido às degradações locais. Segundo o pesquisador e responsável pelo estudo, o manejo regional deficiente deixa o ecossistema menos tolerante às mudanças climáticas e perturba a capacidade de ele continuar a funcionar efetivamente. Por outro lado, a conservação desses ecossistemas amplia os chamados safe operating spaces (espaços operacionais seguros), um conceito novo que se refere a regiões da Terra que ainda conservam condições biofísicas necessárias para regular a estabilidade do sistema do planeta.

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Viva a Cultura Popular!

Folclore Cultural

O Dia do Folclore é comemorado no dia 22 de agosto, tanto no Brasil como no resto do mundo. A explicação está na origem da palavra folklore (em inglês), que surgiu na mesma data, no ano de 1846. Quem inventou o termo foi o arqueólogo William John Thoms, que fez junção de folk (povo, popular) com lore (cultura, saber), para definir os fenômenos típicos das culturas populares tradicionais de cada região.

O folclore é o conjunto de tradições e costumes populares transmitidos de geração em geração. Cada povo possui características diferentes e sua cultura popular representa a identidade social de cada comunidade.

O folclore brasileiro, por exemplo, é muito rico e diversificado. Ele inclui lendas, contos populares, receitas e até mesmo festas especiais para comemorar suas crenças. Além disso, danças como samba de roda, maracatu, frevo, canções populares, brincadeiras infantis e eventos como o Carnaval fazem parte do folclore brasileiro.

A literatura também é um dos fatores que enriquecem o folclore no Brasil. Entre as diversas histórias contadas na linguagem popular, estão a do Saci-Pererê, do Curupira, do Boto, da Cuca, da Mula sem Cabeça, do Negrinho do Pastoreio, do Lobisomem e de muitas outras.

Alguns escritores extraem do folclore todas as bases de sua obra e, aqui no Brasil, um exemplo típico era o paraibano Ariano Suassuna. Nomes como Mário de Andrade, Renato Almeida e Luís da Câmara Cascudo estão entre os folcloristas que mais se destacaram, sendo que este último foi o responsável pela confecção do Dicionário do Folclore Brasileiro.

No Brasil, a data foi oficializada no dia 17 de agosto de 1965, por meio de um decreto assinado pelo então presidente, Humberto de Alencar Castelo Branco, e por seu ministro da Educação, Flávio Suplicy de Lacerda.

 

 

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Levantamento do IBGE revela riqueza cultural entre índios no Brasil: são 305 etnias e 274 línguas

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A pesquisa também mostra que o número de indígenas que moram em áreas urbanas brasileiras está diminuindo, mas crescendo em aldeias e no campo

O mais detalhado estudo já feito pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sobre povos indígenas brasileiros (baseado no Censo de 2010), foi lançado no início de julho deste ano.

De acordo com o instituto, há cerca de 900 mil índios no Brasil, que se dividem entre 305 etnias e falam ao menos 274 línguas. Os dados fazem do Brasil um dos países com maior diversidade sociocultural do planeta. Em comparação com todo o continente europeu, há cerca de 140 línguas autóctones, segundo um estudo publicado em 2011 pelo Instituto de História Europeia.

O estudo diz que, entre 2000 e 2010, os percentuais de indígenas brasileiros que vivem nas regiões Sul e Sudeste caíram, enquanto cresceram nas outras regiões. A região Norte abriga a maior parcela de índios brasileiros (37,4%), seguida pelo Nordeste (25,5%), Centro-Oeste (16%), Sudeste (12%) e Sul (9,2%).

Entre 2000 e 2010, também caiu o percentual de indígenas que moram em áreas urbanas, movimento contrário ao do restante da população nacional.

No ‘Caderno Temático: Populações Indígenas’, o IBGE faz um mapeamento sobre a localização desses povos e sua movimentação ao longo das últimas décadas.

A pesquisa mostra também como morar em uma terra indígena influencia os indicadores socioculturais dos povos. Entre os índios que residem nessas áreas, 57,3% falam ao menos uma língua nativa, índice que cai para 9,7% entre indígenas que moram em cidades.

A taxa de fecundidade entre mulheres que moram em terras indígenas também é significativamente maior entre as que vivem em cidades. Em terras indígenas, há 74 crianças de 0 a 4 anos para cada 100 mulheres, enquanto nas cidades são apenas 20.

 

 

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FOLCLORE NA TOCA

final folclore

“Cultura popular contada de boca em boca, reinventada pelo povo através dos tempos”.

Que tal entrar nesta ciranda e saber um pouco mais sobre essa criação anônima e coletiva que tem o tamanho do infinito? Entrar no mundo mágico do Sítio e conhecer seus habitantes como a boneca de pano mais tagarela do mundo que, depois que tomou a “Pílula Falante”, abriu sua “torneirinha de asneiras” e nunca mais fechou…

No Livro Gigante do Sítio, as histórias do escritor José Bento Monteiro Lobato ganham vida através dos personagens encantados que o habitam.

 “Ainda acabo fazendo livros onde as nossas crianças possam morar”.
Monteiro Lobato

No teatro dos Bonecões Gigantes, a vaqueira Gerusa convidará a todos para ver e ouvir a história do Pai Francisco, da Catirina, do Coronel Tião, e do Boi Dançarino.

 “O melhor produto do Brasil ainda é o brasileiro”.
Luís da Câmara Cascudo

* Apresentacao Folclore 2016 *

Roteiro do Dia

Manhã

  • Lanche de chegada;
  • Chegada à Terra do Sítio;
  • História no Livro Gigante;
  • Cozinha do Sítio – Quitutes da Tia Nastácia;
  • “Causos do Tio Barnabé’’- como pegar um Saci;
  • Crendices;
  • Oficina do Lobato;
  • Brinquedos do Sítio;
  • Parque do Saci;
  • Brincadeiras do Sítio;
  • Visita a caverna da Cuca e o seu Sacizal;
  • Almoço;

 

Tarde

  • Dispersão de sementes com Rabicó;
  • Visita ao Mantenedor da Fauna Silvestre;
  • Brincadeiras de antigamente;
  • Oficinas;
  • Literatura de Cordel;
  • Xilogravura;
  • Teatro dos Bonecões Gigantes;
  • Lanche de saída.

 

Horário de funcionamento das 9h00 às 16h30.

Horário das refeições:
Lanche de chegada: das 9h00 às 10h00
Almoço: das 12h00 às 13h30
Lanche de saída: das 15h30 às 16h00

VALORES

 Incluso: Entrada, alimentação e estacionamento.
Crianças de 0 a 2 anos não pagam
Crianças de 3 a 10 anos – R$ 105,00 (cento e cinco reais)
Crianças e adultos acima de 10 anos  – R$ 130,00 (cento e trinta reais)

RESERVAS

Você deverá confirmar sua participação pelo e-mail alex@tocadaraposa.com.br, até o dia 02/08/2016. Após a confirmação, pagar seu voucher até 04/08/2016 e enviar o comprovante para oficializar a reserva.

Obs.: Não haverá devolução de valores já pagos.

Dados Bancários:
Banco HSBC       Agência1049       Conta Corrente 00412-10
Nominal a Toca da Raposa – CNPJ. 02.212.307/0001-81

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