Evento Corporativo

A Toca da Raposa disponibiliza seu espaço, produtos e serviços para a realização de ações corporativas, festas de confraternização, gincanas motivacionais, treinamentos, atividades de integração, esportes de aventura, marketing promocional entre outros. leia mais





Blog da Raposa

Brincar livre na natureza ainda é o melhor remédio!

No dia 28/01/2017 (sábado) venha participar, na Toca da Raposa, de jogos e brincadeiras que irão aguçar cada um de nossos sentidos.

ROTEIRO DO DIA

  Manhã

  •  Café da manhã
  • Chegada na Terra do Sítio .
  • Cozinha do Sítio – Quitutes da Tia Nastácia.
  • “Causos” do Tio Barnabé.
  • Oficina do Lobato-Brinquedos do Sítio.
  • Brincadeiras no Parque do Saci.

 

Tarde

  •  Almoço
  • Oficina de Barangandão ou de Bonecos de Legumes.
  • Trilha no Mantenedor da Fauna Silvestre.
  • Escorregador de Farinha/ Mini Arvorismo.
  • Gincana do Cinco Sentidos.
  •  Lanche da Tarde
  • Despedida

VALORES

Adultos e Crianças acima de 10 anos – R$ 130,00 (cento e trinta reais)
Crianças de 3 a 10 anos – R$ 105,00 (cento e cinco reais)
Crianças de 0 a 2 anos não pagam

 

No valor do passeio está incluso a entrada, o café de chegada, o almoço e o lanche de saída.

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DAS 09H:00 ÀS16H:00.

HORÁRIO DAS REFEIÇÕES:

Café da Manhã: das 09h:00 às 10h:00
Almoço: das 12h:00 às 13h:30
Lanche da Tarde: das 15h:30 às 16h:00

 

CONFIRMAÇÃO DE PARTICIPAÇÃO

Você deve confirmar sua participação por e-mail (comercial@tocadaraposa.com.br) até o dia 23/01/2017 e pagar seu voucher através de um depósito bancário até o dia 26/01/2017.

 

BANCO BRADESCO

Agência 07676 /
Conta Corrente 0001457-5
Nominal  Toca da Raposa
CNPJ. 02.212.307/0001-81

O comprovante de depósito deverá ser enviados por e-mail (comercial@tocadaraposa.com.br)).

Não haverá devolução dos participantes já pagos.

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Pirarrã, língua falada na Amazônia, foi considerada a mais difícil do mundo

Em uma reportagem publicada por Sputnik, em 21 de novembro de 2016, o professor de linguística da Universidade de Oslo, Rolf Theil, revelou que a língua mais difícil do mundo é o pirarrã. Entre milhares de línguas faladas no planeta, Theil escolheu essa língua falada por cerca de 350 nativos na região do rio Maici, na Amazônia brasileira.

O pirarrã é uma língua cuja pronúncia é muito especial, um dialeto em que a entonação é muito importante. Por exemplo, as palavras “amigo” e “inimigo” são as mesmas, mas a entonação difere. Ela pode ser falada, cantada e até mesmo assobiada. Na verdade, a língua é baseada em um conjunto de sons baixos transmitidos através de distâncias consideráveis. Isso permite aos nativos orientarem-se melhor em toda a selva e apresenta uma vantagem relevante na comunicação durante as chuvas torrenciais da Amazônia.

Qual a forma de se aprender o pirarrã?

Esse idioma difícil só usa verbos nos tempos do passado e futuro, que podem ser conjugados de 65 mil maneiras diferentes. Além disso, não tem substantivos no singular ou plural. O contexto da frase dirá o verdadeiro significado, segundo o portal Science Nordic.

O pirarrã tem apenas três vogais e oito consoantes, mas muitos sons específicos adquirem o significado de palavras inteiras. A transliteração pode ser detectada, muitas vezes, intuitivamente, porém, é preciso conhecer algumas regras do dialeto, caso contrário será impossível transmitir uma ideia.

Os especialistas acreditam que, devido à sua complexidade, aprender essa língua levaria cerca de dez anos para uma pessoa com memória média. Estudiosos descobriram alguma semelhança entre palavras em pirarrã e em inglês e português. No entanto, muitas dessas palavras têm um significado diferente, o que dificulta ainda mais sua aprendizagem.

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Saci-Pererê, um menino travesso

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O Saci-Pererê é um dos personagens mais conhecidos o folclore brasileiro. Talvez muitos não saibam, mas o dia 31 de outubro foi escolhido para homenagear esta figura tão representativa em nossa cultura que, provavelmente, surgiu entre povos indígenas da região Sul do Brasil, ainda durante o período colonial (final do Século XVIII). Nesta época era representado por um menino indígena de cor morena, que vivia aprontando travessuras na floresta.

Ao migrar para o Norte do país, o mito e personagem sofreram modificações ao receberem influências da cultura africana. O Saci se transformou num jovem negro com apenas uma perna, pois havia perdido a outra numa luta de capoeira. Passou a ser representado usando um gorro vermelho e um cachimbo, típico da cultura africana.

O primeiro escritor a falar do Saci-Pererê foi Monteiro Lobato. Com o título “Mitologia Brasílica – Inquérito sobre o Saci-Pererê”, ele colheu de leitores de um jornal, em 1917, diferentes narrativas de versões do mito. O resultado foi a publicação, no ano seguinte, da obra “Saci-Pererê: resultado de um inquérito”, primeiro livro do escritor. Com a transposição dos textos de Monteiro Lobato para a televisão, o Saci ultrapassou o imaginário, foi personificado e se transformou em um dos personagens mais famosos do nosso folclore.

Curiosidades

O Saci é um menino travesso que possui apenas uma perna, usa um gorro vermelho na cabeça e fica o tempo todo fumando cachimbo. Costuma correr atrás dos animais para afugentá-los, gosta de montar em cavalos e dar nó em suas crinas. Ele pode também aparecer e desaparecer misteriosamente, é muito irrequieto (não para um instante sequer), pois fica pulando de um lado para o outro e toda vez que apronta suas travessuras dá risadas alegres e agudas, além disso, gosta muito de assobiar.

Ao Saci-Pererê é atribuído tudo o que dá errado: ele entra nas casas e apaga o fogo do fogão, seca a água das vasilhas, esconde objetos (que dificilmente serão encontrados novamente) e seu principal divertimento é atrapalhar as pessoas para que elas se percam.

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Quando for ao Rio de Janeiro, visite o Museu do Índio

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O Museu do Índio, da Fundação Nacional do índio – Funai, tem sob sua guarda acervo relativos à maioria das sociedades indígenas, constituído de 17.981 peças etnográficas e 15.121 publicações nacionais e estrangeiras especializadas em etnologia. Seu principal objetivo é contribuir para maior conscientização sobre a contemporaneidade e a importância das culturas indígenas. Como instituição de preservação e promoção do patrimônio cultural indígena, empenha-se em divulgar a diversidade existente e história entre centenas de grupos brasileiros.

Os diversos serviços do Museu do Índio são responsáveis pelo tratamento técnico de 833.221 registros textuais, que datam a partir do século XIX, além de ampla e diversificada documentação audiovisual (em sua maioria, produzida pelos próprios índios).

A instituição vem adotando diferentes estratégias de comunicação com o público, como a disponibilização de informações pela internet e a criação dos espaços Museu das Aldeias e Muro do Museu para a montagem de mostras temporárias, além de uma exposição de longa duração no prédio central que apresenta diferentes formas de expressão e saberes das sociedades indígenas no Brasil. A casa utiliza modernos recursos museográficos na exibição de seus acervos e promove atividades culturais com a presença de monitores indígenas. Há também um atendimento especial para o público infantil no Espaço de Criação, reservado somente para os pequenos.

O Museu do Índio coordena ainda o Programa de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas, uma iniciativa que estimula a participação direta dos índios pela promoção de oficinas de trabalho. Esta ação já alcança 135 aldeias de Norte a Sul do Brasil, por meio de 42 projetos de documentação de línguas, culturas e acervos, beneficiando uma população de 30 mil índios. Estas e outras parcerias têm como principal finalidade contribuir para defesa da terra, do direito e da qualidade de vida desses povos.

Museu do Índio

Visitação: de terça a sexta-feira (das 9hs às 17h30); sábados, domingos e feriados (das 13hs às 17 horas). Grátis aos domingos.

Endereço: Rua das Palmeiras, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro – Brasil.

 

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