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Blog da Raposa

Estudo mostra medidas que podem ajudar a preservar a Floresta Amazônica

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Um artigo publicado na revista Science alerta que os esforços de manejo locais são indispensáveis para evitar que o ecossistema entre em colapso

Com o mundo cada vez mais convencido da necessidade de combater as mudanças climáticas, é forte a cobrança para que se reduza a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera. Porém, não basta esperar que os grandes poluidores assinem acordos em convenções internacionais e adotem medidas de grande porte. Embora isso seja essencial, um artigo publicado em 2015, na revista Science alerta que os esforços de manejo locais são indispensáveis para evitar que os mais importantes ecossistemas do mundo entrem em colapso, à medida que o planeta aquece.

O desmatamento, a pesca desenfreada e a poluição provocada por fertilizantes, por exemplo, são algumas das pressões ambientais que colocam em risco patrimônios da humanidade como a Floresta Amazônica, que está na lista dos tesouros naturais da Unesco. A região foi analisada por uma equipe internacional de pesquisadores, para expor, no artigo, a necessidade de protegê-la, independente do aumento ou da redução nas emissões de CO2.

De acordo com Marten Scheffer, diretor do Departamento de Ecologia Aquática e Qualidade de Manejo do Solo da Universidade Wageningen, na Holanda, os efeitos das mudanças climáticas como ondas de calor, enchentes e secas – fenômenos que têm sido observados nos últimos anos -, acontecem devido às degradações locais. Segundo o pesquisador e responsável pelo estudo, o manejo regional deficiente deixa o ecossistema menos tolerante às mudanças climáticas e perturba a capacidade de ele continuar a funcionar efetivamente. Por outro lado, a conservação desses ecossistemas amplia os chamados safe operating spaces (espaços operacionais seguros), um conceito novo que se refere a regiões da Terra que ainda conservam condições biofísicas necessárias para regular a estabilidade do sistema do planeta.

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Viva a Cultura Popular!

Folclore Cultural

O Dia do Folclore é comemorado no dia 22 de agosto, tanto no Brasil como no resto do mundo. A explicação está na origem da palavra folklore (em inglês), que surgiu na mesma data, no ano de 1846. Quem inventou o termo foi o arqueólogo William John Thoms, que fez junção de folk (povo, popular) com lore (cultura, saber), para definir os fenômenos típicos das culturas populares tradicionais de cada região.

O folclore é o conjunto de tradições e costumes populares transmitidos de geração em geração. Cada povo possui características diferentes e sua cultura popular representa a identidade social de cada comunidade.

O folclore brasileiro, por exemplo, é muito rico e diversificado. Ele inclui lendas, contos populares, receitas e até mesmo festas especiais para comemorar suas crenças. Além disso, danças como samba de roda, maracatu, frevo, canções populares, brincadeiras infantis e eventos como o Carnaval fazem parte do folclore brasileiro.

A literatura também é um dos fatores que enriquecem o folclore no Brasil. Entre as diversas histórias contadas na linguagem popular, estão a do Saci-Pererê, do Curupira, do Boto, da Cuca, da Mula sem Cabeça, do Negrinho do Pastoreio, do Lobisomem e de muitas outras.

Alguns escritores extraem do folclore todas as bases de sua obra e, aqui no Brasil, um exemplo típico era o paraibano Ariano Suassuna. Nomes como Mário de Andrade, Renato Almeida e Luís da Câmara Cascudo estão entre os folcloristas que mais se destacaram, sendo que este último foi o responsável pela confecção do Dicionário do Folclore Brasileiro.

No Brasil, a data foi oficializada no dia 17 de agosto de 1965, por meio de um decreto assinado pelo então presidente, Humberto de Alencar Castelo Branco, e por seu ministro da Educação, Flávio Suplicy de Lacerda.

 

 

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Levantamento do IBGE revela riqueza cultural entre índios no Brasil: são 305 etnias e 274 línguas

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A pesquisa também mostra que o número de indígenas que moram em áreas urbanas brasileiras está diminuindo, mas crescendo em aldeias e no campo

O mais detalhado estudo já feito pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sobre povos indígenas brasileiros (baseado no Censo de 2010), foi lançado no início de julho deste ano.

De acordo com o instituto, há cerca de 900 mil índios no Brasil, que se dividem entre 305 etnias e falam ao menos 274 línguas. Os dados fazem do Brasil um dos países com maior diversidade sociocultural do planeta. Em comparação com todo o continente europeu, há cerca de 140 línguas autóctones, segundo um estudo publicado em 2011 pelo Instituto de História Europeia.

O estudo diz que, entre 2000 e 2010, os percentuais de indígenas brasileiros que vivem nas regiões Sul e Sudeste caíram, enquanto cresceram nas outras regiões. A região Norte abriga a maior parcela de índios brasileiros (37,4%), seguida pelo Nordeste (25,5%), Centro-Oeste (16%), Sudeste (12%) e Sul (9,2%).

Entre 2000 e 2010, também caiu o percentual de indígenas que moram em áreas urbanas, movimento contrário ao do restante da população nacional.

No ‘Caderno Temático: Populações Indígenas’, o IBGE faz um mapeamento sobre a localização desses povos e sua movimentação ao longo das últimas décadas.

A pesquisa mostra também como morar em uma terra indígena influencia os indicadores socioculturais dos povos. Entre os índios que residem nessas áreas, 57,3% falam ao menos uma língua nativa, índice que cai para 9,7% entre indígenas que moram em cidades.

A taxa de fecundidade entre mulheres que moram em terras indígenas também é significativamente maior entre as que vivem em cidades. Em terras indígenas, há 74 crianças de 0 a 4 anos para cada 100 mulheres, enquanto nas cidades são apenas 20.

 

 

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FOLCLORE NA TOCA

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“Cultura popular contada de boca em boca, reinventada pelo povo através dos tempos”.

Que tal entrar nesta ciranda e saber um pouco mais sobre essa criação anônima e coletiva que tem o tamanho do infinito? Entrar no mundo mágico do Sítio e conhecer seus habitantes como a boneca de pano mais tagarela do mundo que, depois que tomou a “Pílula Falante”, abriu sua “torneirinha de asneiras” e nunca mais fechou…

No Livro Gigante do Sítio, as histórias do escritor José Bento Monteiro Lobato ganham vida através dos personagens encantados que o habitam.

 “Ainda acabo fazendo livros onde as nossas crianças possam morar”.
Monteiro Lobato

No teatro dos Bonecões Gigantes, a vaqueira Gerusa convidará a todos para ver e ouvir a história do Pai Francisco, da Catirina, do Coronel Tião, e do Boi Dançarino.

 “O melhor produto do Brasil ainda é o brasileiro”.
Luís da Câmara Cascudo

* Apresentacao Folclore 2016 *

Roteiro do Dia

Manhã

  • Lanche de chegada;
  • Chegada à Terra do Sítio;
  • História no Livro Gigante;
  • Cozinha do Sítio – Quitutes da Tia Nastácia;
  • “Causos do Tio Barnabé’’- como pegar um Saci;
  • Crendices;
  • Oficina do Lobato;
  • Brinquedos do Sítio;
  • Parque do Saci;
  • Brincadeiras do Sítio;
  • Visita a caverna da Cuca e o seu Sacizal;
  • Almoço;

 

Tarde

  • Dispersão de sementes com Rabicó;
  • Visita ao Mantenedor da Fauna Silvestre;
  • Brincadeiras de antigamente;
  • Oficinas;
  • Literatura de Cordel;
  • Xilogravura;
  • Teatro dos Bonecões Gigantes;
  • Lanche de saída.

 

Horário de funcionamento das 9h00 às 16h30.

Horário das refeições:
Lanche de chegada: das 9h00 às 10h00
Almoço: das 12h00 às 13h30
Lanche de saída: das 15h30 às 16h00

VALORES

 Incluso: Entrada, alimentação e estacionamento.
Crianças de 0 a 2 anos não pagam
Crianças de 3 a 10 anos – R$ 105,00 (cento e cinco reais)
Crianças e adultos acima de 10 anos  – R$ 130,00 (cento e trinta reais)

RESERVAS

Você deverá confirmar sua participação pelo e-mail alex@tocadaraposa.com.br, até o dia 02/08/2016. Após a confirmação, pagar seu voucher até 04/08/2016 e enviar o comprovante para oficializar a reserva.

Obs.: Não haverá devolução de valores já pagos.

Dados Bancários:
Banco HSBC       Agência1049       Conta Corrente 00412-10
Nominal a Toca da Raposa – CNPJ. 02.212.307/0001-81

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