Acampamento na Toca

O objetivo do Acampamento na Toca é proporcionar aos acampantes muita diversão, com atividades recreativas e culturais junto a natureza.

A temporada de férias, nos meses de Janeiro e Julho, atende crianças e jovens de 6 a 12 anos.

Atividades de aventura, esportivas, ambientais, cooperativas e culturais, que acontecem durante a temporada, visam estimular a interação entre os acampantes, além de aguçar a inteligência e despertar habilidades, sempre respeitando a individualidade e os limites de cada um.

Nossa infraestrutura está organizada para oferecer bem estar aos acampantes, com segurança e conforto.

Venha participar da nossa temporada de férias e vivenciar uma experiência que ficará registrada na memória para sempre!

A temporada para escolas de educação infantil, ensino fundamental e médio, acontece durante todo o ano letivo.

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Evento Corporativo

A Toca da Raposa disponibiliza seu espaço, produtos e serviços para a realização de ações corporativas, festas de confraternização, gincanas motivacionais, treinamentos, atividades de integração, esportes de aventura, marketing promocional entre outros. leia mais





Blog da Raposa

Os povos Guaranis

guaranis

Existem, aproximadamente, 51 mil Guaranis vivendo em sete Estados brasileiros, sendo esta uma das mais numerosas tribos do Brasil. Eles também estão presentes em países vizinhos como Paraguai, Bolívia e Argentina. O povo Guarani no Brasil é dividido em três grupos: Kaiowá, Ñandeva e M’byá, dos quais o maior é o Kaiowá, que significa “povos da floresta”.
São povos com intensa espiritualidade. A maioria das comunidades tem uma casa de oração e um líder religioso, cuja autoridade é baseada em prestígio, em vez de poder formal.
Durante centenas de anos, o povo Guarani viajou grandes distâncias em busca de novas terras, onde eles imaginam encontrar a imortalidade, um lugar no qual as pessoas vivessem livres da dor e do sofrimento, chamado de ‘a terra sem males’. Um local revelado a eles por seus ancestrais.
Nos últimos 500 anos, praticamente, todas as terras dos Guaranis, no Mato Grosso do Sul, foram-lhes tiradas. Registrou-se uma onda assustadora de devastamento, transformando quase toda a região em fazendas de gado e plantações de cana-de-açúcar para o mercado de biocombustíveis.
Muitos dos Guaranis foram arrebanhados em pequenas reservas, que acabaram ficando superlotadas. Em Dourados, por exemplo, 12 mil índios vivem em pouco mais de 3 mil hectares.
Com a destruição da floresta, a caça e a pesca não são mais possíveis e não há terra suficiente até mesmo para plantar. A desnutrição é um problema sério e muitas crianças Guaranis morrem de fome.
Nesta mesma região, os Guaranis sofreram e ainda sofrem muito com o racismo e assédio da polícia. Estima-se que mais de 200 deles já tenham sido presos, com pouco ou nenhum aconselhamento legal. Essa situação resultou na condenação de pessoas inocentes, muitos estão servindo sentenças severas para delitos menores.
Afetados pela perda de suas terras e por este cenário de injustiças, houve uma terrível onda de suicídio entre esses povos em toda a América do Sul, que teve início no século passado e ocorre até os dias atuais.

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Do que se alimentam os índios?

Alimentação Indígena

Antigamente, os índios se alimentavam basicamente de mandioca, macaxeira ou aipim, milho, carne de caça, peixes, raízes, frutas silvestres, palmitos, castanhas, cocos e outros alimentos provenientes da natureza e da floresta. Este costume ainda prevalece, mas apenas nas tribos mais isoladas e que não têm muito contato com o homem branco.

O plantio e a colheita eram feitos por mulheres, além de serem responsáveis por preparar as comidas e bebidas, já o papel do homem era preparar a terra para o cultivo, construir ocas, caçar e pescar.

Das palmeiras, como o babaçu, a carnaubeira, o buriti ou miriti, a ouricuri e a inajá, os índios extraíam frutos, óleos, bebidas, farinhas e palmitos.

Uma fruta muito importante era o caju, que além de ser consumida in natura, servia para fazer suco, doce, vinho, licor, farinha e bolo. Conta-se que havia muitos confrontos entre as tribos em busca dos cajueiros existentes nas regiões litorâneas.

Além do caju, outras frutas eram muito consumidas como, por exemplo, o açaí, patuá, a pupunha, a bacaba, a banana, o abacaxi, a jabuticaba, o ingá, o araçá, a mangaba e muitas outras.

Antes de conhecerem a cana-de-açúcar, que chegou ao Brasil em 1502, os índios retiravam o mel das colmeias, depois de afugentarem as abelhas com fogo.

Os temperos utilizados nos alimentos eram sal e pimenta, limão, ervas silvestres, palmito e pindoba. O sal era obtivo por meio da evaporação da água do mar, em salinas naturais, ou a partir da queima da madeira, de onde o sal era retirado das cinzas.

Para a fabricação de bebidas, os índios usavam técnicas de fermentação do milho, da macaxeira, do caju, do jenipapo, da jabuticaba e da mangaba, transformando em uma espécie de vinho.

Dependendo da região, uns optavam pela caça e alimentos disponíveis nas florestas, outros preferiam se dedicar às plantações. Além dos peixes, tartarugas, moluscos e crustáceos, animais como antas, capivaras, cotias, tatus, veados, carne de macaco também eram comuns no cardápio dos índios e, muitas vezes, preparados com pele e vísceras.

Depois do contato com o homem branco a culinária indígena se modificou bastante. Hoje existem mais de 200 grupos em todo o território nacional, cada um com seus hábitos alimentares e preferências gastronômicas. Porém, na maioria dessas tribos, a mandioca ainda é a base da alimentação, seguida do milho.

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Questões indígenas no Brasil

Questões indígenas no Brasil

Nesta semana em que comemoramos o Dia do Índio (19/04), é importante lembrar um pouco da história e costumes deste povo tão importante para a nossa cultura.

O Dia do Índio começou a ser comemorado durante o 1º Congresso Indigenista Interamericano, no México, em 1940. No Brasil, a data foi instituída pelo presidente Getúlio Vargas, no ano de 1943, depois de muita insistência do Marechal Rondon, um dos primeiros a se preocupar com estas questões por aqui.

Quando os primeiros colonos europeus chegaram ao Brasil, em 1500, o País era habitado por um número estimado de 11 milhões de índios, que viviam em cerca de duas mil tribos. Dentro do primeiro século de contato, muitas foram dizimadas, principalmente através de doenças importadas pelos colonizadores, como gripe, sarampo e varíola. Nos séculos seguintes, houve milhares de vítimas mortais, escravizados nas plantações de cana-de-açúcar e borracha.

Em 1967, o procurador federal Jader Figueiredo publicou um relatório relatando milhares de atrocidades e crimes cometidos contra os índios, que iam de assassinato a roubo de terras à escravidão.

O relatório rendeu manchetes internacionais e levou à dissolução do Serviço de Proteção ao Índio do Governo (SPI) que foi substituído pela Fundação Nacional do Índio (Funai).

O tamanho da população indígena começou a crescer, gradualmente, mais uma vez. Porém, quando a Amazônia se abriu para o desenvolvimento pelos militares na década de 60, 70 e 80, essa nova fase que teve hidroelétrica, barragens, criação de gado, minas e estradas significou milhares de índios perdendo suas terras e vidas. Algumas tribos desapareceram para sempre.

Depois do fim da ditadura militar, em 1985, uma nova Constituição foi redigida e houve uma forte pressão por mais direitos dos índios.

Nos 514 anos desde que os europeus chegaram ao Brasil, os povos tribais sofreram genocídio em grande escala, além da perda da sua terra.

Hoje, o País avança com planos mais agressivos para desenvolver e industrializar a Amazônia, mesmo os territórios mais remotos estão agora sob ameaça. Vários complexos de barragens hidrelétricas estão sendo construídas perto de grupos indígenas isolados; com isso, milhares de índios serão privados de lidar com a terra, água e meios de subsistência.

Apesar das várias conquistas, ainda há muito racismo em relação aos índios no Brasil. O principal objetivo dos povos indígenas ainda é o controle sobre suas terras – O Brasil é um dos dois únicos países sul-americanos, que não reconhece a propriedade da terra tribal.

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Intercâmbio Cultural Índios do Xingu

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A presença de 16 etnias, a exuberância da paisagem e a localização no Centro do Brasil fazem do Parque Indígena do Xingu um símbolo da sociobiodiversidade brasileira. Um povo que inspira obras artísticas na televisão, na literatura, no cinema, na moda e que enriquece o imaginário coletivo do país.

Vale a pena conhecer em São Paulo, a ação INTERCÂMBIO CULTURAL ÍNDIOS DO XINGU.
A etnia KuikuroAlto Xingu, representada por cinquenta indígenas irá mostrar, na aldeia cenográfica da Toca da Raposa, seu mundo mítico e mágico traduzido em suas danças, cantos, rituais, pintura corporal e outros costumes seculares além de comercializar seu rico artesanato.

Período de 29 de Março a 17 de Maio – Finais de semanas e feriados.
Horário de funcionamento e atendimento das 10h00 às 17h00.
Restaurante, Cantina e Café no local. Consumação não inclusa.A Toca da Raposa não possui local para pic-nic.

Estacionamento no local gratuito.

VALORES

  • Adultos e crianças acima de 8 anos R$ 70,00.
  • Crianças até 8 anos R$ 55,00.
  • Crianças de 0 a 2 anos não pagam.

RESTAURANTE COMIDINHAS DA TOCA

Self Service Culinária caseira com sobremesa.

  • Adultos e crianças acima de 8 anos R$ 60,00.
  • Crianças até 8 anos R$ 40,00.
  • Crianças de 0 a 2 anos não pagam.
  • Bebidas não estão inclusas.

 

ROTEIRO – VISITANTES

Aldeia Cenográfica

Apresentação dos Indígenas pintados e adornados. – às 14h30.

  • Danças e Cantos: Taquara, Tawaruanã, Yamuricumã, Ahasa, Duhe.
  • Rituais: Kuarup, Jawari.
  • Arco e Flecha: Demonstração.
  • Luta UKA-UKA.

 

Espaço da Cozinha Indígena

Preparo do peixe e do biju. – após a apresentação dos Indígenas.

Espaço da Pintura

Conhecendo o urucum, jenipapo, tabatinga. – durante todo o dia.

Espaço dos Jogos e Brincadeiras

Toloi Kunhugu (brincadeira do gavião) na Aldeia Cenográfica, jehu-jehu, arco e flecha e outros. “durante todo o dia”.

Espaço Xingu

Exposição dos objetos Indígenas utilizados na rotina da aldeia. – durante todo o dia.

Espaço da Arte Kuikuro

Galpão de comercialização do artesanato. – durante todo o dia.

FOTOS E FILMAGEM

As fotos deverão ser tiradas durante a apresentação dos Indígenas na Aldeia Cenográfica.

As imagens obtidas na Toca da Raposa deverão ser somente para acervo pessoal, sendo proibida a reprodução ou divulgação com fins comerciais ou não, em qualquer meio de comunicação sob pena de responder civil e criminalmente, conforme reza lei de direitos autorais (Lei 9.610/1998).

A filmagem é proibida por ordem da FUNAI e pela lei de direitos autorais (Lei 9.610/1998).

OUTRAS ATIVIDADES QUE O ESPAÇO OFERECE

Trilha em um Fragmento da Mata Atlântica e visita ao Criadouro Conservacionista de Animais Silvestres – acompanhado pelo Biólogo responsável. – manhã às 11h00 e tarde às 16h00.

Atividades Monitoradas: Arvorismo infantil, Escorregador de farinha, Parede de escalada e outras atividades que a estrutura da Toca da Raposa oferece.

Restaurante Comidinhas da Toca – 12h30 às 14h30.
Cantina – 12h00 às 16h00.
Café do Cascudo – 10h00 às 16h45.
CONSUMAÇÃO NÃO INCLUSA.

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