Intercâmbio Cultural Índios do Xingu

A presença de 16 etnias, a exuberância da paisagem e a localização no Centro do Brasil fazem do Parque Indígena do Xingu um símbolo da sociobiodiversidade brasileira. Um povo que inspira obras artísticas na televisão, na literatura, no cinema, na moda e que enriquece o imaginário coletivo do país.

Restaurante Comidinhas da Toca:
Adultos e crianças acima de 8 anos: R$ 60,00
Crianças até 8 anos: R$ 40,00
Opção de Alimentação:
Oferecemos a Cantina e o Café do Cascudo

Entrada:
Adultos e crianças acima de 8 anos: R$ 70,00
Crianças até 08 anos: R$ 55,00
Crianças de 0 a 2 anos não pagam

Solicite nosso Roteiro detalhado para Visitantes e informações de como chegar; Não há necessidade de agendamento.

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Evento Corporativo

A Toca da Raposa disponibiliza seu espaço, produtos e serviços para a realização de ações corporativas, festas de confraternização, gincanas motivacionais, treinamentos, atividades de integração, esportes de aventura, marketing promocional entre outros. leia mais





Blog da Raposa

Questões indígenas no Brasil

Questões indígenas no Brasil

Nesta semana em que comemoramos o Dia do Índio (19/04), é importante lembrar um pouco da história e costumes deste povo tão importante para a nossa cultura.

O Dia do Índio começou a ser comemorado durante o 1º Congresso Indigenista Interamericano, no México, em 1940. No Brasil, a data foi instituída pelo presidente Getúlio Vargas, no ano de 1943, depois de muita insistência do Marechal Rondon, um dos primeiros a se preocupar com estas questões por aqui.

Quando os primeiros colonos europeus chegaram ao Brasil, em 1500, o País era habitado por um número estimado de 11 milhões de índios, que viviam em cerca de duas mil tribos. Dentro do primeiro século de contato, muitas foram dizimadas, principalmente através de doenças importadas pelos colonizadores, como gripe, sarampo e varíola. Nos séculos seguintes, houve milhares de vítimas mortais, escravizados nas plantações de cana-de-açúcar e borracha.

Em 1967, o procurador federal Jader Figueiredo publicou um relatório relatando milhares de atrocidades e crimes cometidos contra os índios, que iam de assassinato a roubo de terras à escravidão.

O relatório rendeu manchetes internacionais e levou à dissolução do Serviço de Proteção ao Índio do Governo (SPI) que foi substituído pela Fundação Nacional do Índio (Funai).

O tamanho da população indígena começou a crescer, gradualmente, mais uma vez. Porém, quando a Amazônia se abriu para o desenvolvimento pelos militares na década de 60, 70 e 80, essa nova fase que teve hidroelétrica, barragens, criação de gado, minas e estradas significou milhares de índios perdendo suas terras e vidas. Algumas tribos desapareceram para sempre.

Depois do fim da ditadura militar, em 1985, uma nova Constituição foi redigida e houve uma forte pressão por mais direitos dos índios.

Nos 514 anos desde que os europeus chegaram ao Brasil, os povos tribais sofreram genocídio em grande escala, além da perda da sua terra.

Hoje, o País avança com planos mais agressivos para desenvolver e industrializar a Amazônia, mesmo os territórios mais remotos estão agora sob ameaça. Vários complexos de barragens hidrelétricas estão sendo construídas perto de grupos indígenas isolados; com isso, milhares de índios serão privados de lidar com a terra, água e meios de subsistência.

Apesar das várias conquistas, ainda há muito racismo em relação aos índios no Brasil. O principal objetivo dos povos indígenas ainda é o controle sobre suas terras – O Brasil é um dos dois únicos países sul-americanos, que não reconhece a propriedade da terra tribal.

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Intercâmbio Cultural Índios do Xingu

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A presença de 16 etnias, a exuberância da paisagem e a localização no Centro do Brasil fazem do Parque Indígena do Xingu um símbolo da sociobiodiversidade brasileira. Um povo que inspira obras artísticas na televisão, na literatura, no cinema, na moda e que enriquece o imaginário coletivo do país.

Vale a pena conhecer em São Paulo, a ação INTERCÂMBIO CULTURAL ÍNDIOS DO XINGU.
A etnia KuikuroAlto Xingu, representada por cinquenta indígenas irá mostrar, na aldeia cenográfica da Toca da Raposa, seu mundo mítico e mágico traduzido em suas danças, cantos, rituais, pintura corporal e outros costumes seculares além de comercializar seu rico artesanato.

Período de 29 de Março a 17 de Maio – Finais de semanas e feriados.
Horário de funcionamento e atendimento das 10h00 às 17h00.
Restaurante, Cantina e Café no local. Consumação não inclusa.A Toca da Raposa não possui local para pic-nic.

Estacionamento no local gratuito.

VALORES

  • Adultos e crianças acima de 8 anos R$ 70,00.
  • Crianças até 8 anos R$ 55,00.
  • Crianças de 0 a 2 anos não pagam.

RESTAURANTE COMIDINHAS DA TOCA

Self Service Culinária caseira com sobremesa.

  • Adultos e crianças acima de 8 anos R$ 60,00.
  • Crianças até 8 anos R$ 40,00.
  • Crianças de 0 a 2 anos não pagam.
  • Bebidas não estão inclusas.

 

ROTEIRO – VISITANTES

Aldeia Cenográfica

Apresentação dos Indígenas pintados e adornados. – às 14h30.

  • Danças e Cantos: Taquara, Tawaruanã, Yamuricumã, Ahasa, Duhe.
  • Rituais: Kuarup, Jawari.
  • Arco e Flecha: Demonstração.
  • Luta UKA-UKA.

 

Espaço da Cozinha Indígena

Preparo do peixe e do biju. – após a apresentação dos Indígenas.

Espaço da Pintura

Conhecendo o urucum, jenipapo, tabatinga. – durante todo o dia.

Espaço dos Jogos e Brincadeiras

Toloi Kunhugu (brincadeira do gavião) na Aldeia Cenográfica, jehu-jehu, arco e flecha e outros. “durante todo o dia”.

Espaço Xingu

Exposição dos objetos Indígenas utilizados na rotina da aldeia. – durante todo o dia.

Espaço da Arte Kuikuro

Galpão de comercialização do artesanato. – durante todo o dia.

FOTOS E FILMAGEM

As fotos deverão ser tiradas durante a apresentação dos Indígenas na Aldeia Cenográfica.

As imagens obtidas na Toca da Raposa deverão ser somente para acervo pessoal, sendo proibida a reprodução ou divulgação com fins comerciais ou não, em qualquer meio de comunicação sob pena de responder civil e criminalmente, conforme reza lei de direitos autorais (Lei 9.610/1998).

A filmagem é proibida por ordem da FUNAI e pela lei de direitos autorais (Lei 9.610/1998).

OUTRAS ATIVIDADES QUE O ESPAÇO OFERECE

Trilha em um Fragmento da Mata Atlântica e visita ao Criadouro Conservacionista de Animais Silvestres – acompanhado pelo Biólogo responsável. – manhã às 11h00 e tarde às 16h00.

Atividades Monitoradas: Arvorismo infantil, Escorregador de farinha, Parede de escalada e outras atividades que a estrutura da Toca da Raposa oferece.

Restaurante Comidinhas da Toca – 12h30 às 14h30.
Cantina – 12h00 às 16h00.
Café do Cascudo – 10h00 às 16h45.
CONSUMAÇÃO NÃO INCLUSA.

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Ações 2015

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O intercâmbio Cultural Índios do Xingu, tem o objetivo de mostrar sua cultura e comercializar seu artesanato.

O encontro na Toca da Raposa entre nossa sociedade e os povos Indígenas, em especial os do Alto Xingu, visa compartilhar seus conhecimentos e hábitos reforçando o valor da Cultura Indígena tanto para os índios quanto para os participantes. Desta forma, a ação vem promovendo desde o ano de 1995 a difusão dessa riqueza cultural, e gerando recursos para sua auto sustentação através da venda do artesanato, permitindo assim que o índio viva em sua comunidade preservando sua identidade e sua cultura.

Período de 29 de março a 17 de maio

Educação Ambiental

Tudo que utilizamos, em nossa vida, veio direta ou indiretamente da floresta ou do que está embaixo dela e por isso é tão importante preservá-la.

As ações desenvolvidas na Toca da Raposa, localizada em um fragmento de Mata Atlântica, visam a conservação e preservação da natureza: Fauna e Flora.

Atividades: Piratas da Floresta, Detetives da Natureza, Adaptação dos Seres Vivos, Solo, Reino Animal, Sustentabilidade, Alimentação – qualidade e saúde, Lixo-zoonose e Animais do Medo.

O Criadouro Conservacionista de Animais Silvestres foi autorizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente – IBAMA, no ano de 2001, a receber animais vindos do tráfico, maus tratos, caça predatória e redução de habitat. No Criadouro são assistidos por veterinários e biólogos e reintroduzidos na natureza, sempre que possível.

Durante todo o ano, exceto no período do Intercâmbio Cultural Índios do Xingu.

Folclore na Toca – Cultura Popular

“Cultura popular contada de boca em boca, reinventada pelo povo através dos tempos”.

Usando “Vossuncê” e “Vosmecê”, Monteiro Lobato e Câmara Cascudo escreveram e reescreveram, contaram e recontaram Lendas Regionais, Cantigas de Roda, Brincadeiras, Parlendas, Trava línguas, Crendices e Superstições sobre o nosso Folclore.

Venha vivenciar essas histórias que tanto enriquecem a imaginação de todos e perpetuam a Cultura Popular do nosso país.

Durante todo o ano, exceto no período do Intercâmbio Cultural Índios do Xingu.

Day Camp na Toca

Muita diversão com grandes jogos, oficinas, gincanas e toda a estrutura que a Toca da Raposa oferece: arvorismo, parede de escalada, tirolesa, escorregadores e muito mais.

Durante todo o ano, exceto no período do Intercâmbio Cultural Índios do Xingu.

Acampamento na Toca

O objetivo do acampamento é proporcionar aos participantes dias felizes junto à natureza com atividades ecológicas e muita diversão.

Durante todo o ano.

 

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Répteis

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Estão abertas as inscrições para o Curso de Manejo de Répteis em Cativeiro com o Biólogo Sergio Rangel. Foi criado no ano de 1961 através da iniciativa dos Indigenistas Cláudio, Orlando e Leonardo Villas Bôas. Cinquenta anos depois, o mundo não indígena alcança o Xingu por todos os lados sem descanso. Fazendas cercam suas terras, estradas ligam as aldeias às cidades da região, a televisão já está em muitas ocas, os jovens querem estudar, assalariar-se e dominar a magia do dinheiro. Neste contexto os mais velhos temem perder aquilo que se sedimentou ao longo dos séculos e que faz a beleza e especificidade Xinguana, justamente aquilo que eles reconhecem como tisügühütue “o nosso costume” e tisakisü “a nossa palavra”.

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