Evento Corporativo

A Toca da Raposa disponibiliza seu espaço, produtos e serviços para a realização de ações corporativas, festas de confraternização, gincanas motivacionais, treinamentos, atividades de integração, esportes de aventura, marketing promocional entre outros. leia mais





Blog da Raposa

Espécies de Raposas

Raposas

As raposas pertencem à família Canidae, assim como os cães, lobos, chacais, coiotes e mabecos. Estes animais, geralmente de médio porte, podem viver tanto solitários quanto em grupos.

Considerados os mais antigos carnívoros do planeta, possuem cauda comprida, garras não retráteis, pernas longas, e audição e olfato bem apurados, fatores que auxiliam na caça. Porém, também são capazes de se alimentar apenas com vegetais.

Existem 37 espécies reconhecidas como raposas, mas somente 12 pertencem ao gênero Vulpes (das raposas verdadeiras), do qual a raposa vermelha é a mais comum.

As raposas sul-americanas, embora sejam canídeos, não pertencem ao gênero Vulpes, por este motivo, são conhecidas como falsas raposas, pertencentes à família Pseudalopex.

Esses animais podem ser encontrados em regiões muito frias, como é o caso da raposa-do-ártico, ou em regiões extremamente secas e quentes, como a raposa-do-deserto.

Conheça algumas espécies e suas principais características:

Raposas-do-deserto ou Fenecos: são animais nativos da África do Norte e do deserto do Saara. Elas se destacam por terem orelhas muito grandes, que servem para dissipar o calor do corpo, além de terem ótima audição (elas podem ouvir suas presas em movimento até mesmo sob a areia).

Raposa-vermelha: encontrada em todo o Hemisfério Norte e na Austrália, esta espécie é a maior, mais larga e mais diversa entre todas as raposas. São caçadoras muito ágeis.

Raposa mármore do Ártico: é um membro da espécie raposa-vermelha.

Raposa-do-ártico: pode ser encontrada em todo o Circulo Polar Ártico. Sua pele grossa permite que sobreviva em temperaturas muito baixas, algo em torno de menos 70 graus Celsius. Ela possui pernas e focinhos relativamente curtos, que ajudam a reter o calor.

Raposa-amarela: é mais uma variante da raposa-vermelha. Encontrada, geralmente, na América do Norte.

Raposa-prateada: também pertence à mesma espécie da raposa-vermelha. Por muito tempo, foi uma das raposas mais valiosas por causa de sua pele.

Raposa-cinzenta: esta espécie vive em toda a América do Norte, além de estados localizados ao Norte da Venezuela e da Colômbia. Destaca-se por sua pelagem cor de “sal e pimenta” e uma cauda preta na ponta. É um dos únicos canídeos que conseguem subir em árvores.

leia mais

Medicamentos utilizados pelos índios

ervas

As plantas e ervas utilizadas pelos índios como medicamentos apresentam resultados fantásticos. De acordo com a Fundação Nacional do Índio – a FUNAI, o conhecimento dos povos indígenas no Brasil está presente tanto no combate às doenças, quanto na caça e na pesca, na ecologia, na fabricação de sal, objetos de borracha e nos tecidos.

Os povos que habitam as florestas sabem muito bem como utilizar toda a riqueza e funcionalidade das plantas. Para se ter ideia, só o Estado do Acre possui mais de 200 espécies de plantas medicinais catalogadas.

Os medicamentos caseiros, assim como muitos produtos de beleza feitos à base de ervas e plantas são extremamente comuns em toda a Região Norte. O pau-rosa, por exemplo, é utilizado na fabricação de fixadores de perfumes e o óleo de copaíba é usado no preparo de cosméticos.

Acompanhe, abaixo, exemplos de matérias-primas utilizadas para manipulação de medicamentos nas tribos indígenas:

  • Óleo de Andiroba – Atua como anti-inflamatório e é um potente cicatrizante.
  • Pó de Guaraná – usado como tônico para o estômago, estimulante, contra diarreias. Ativa as funções cerebrais e combate a arteriosclerose, as nevralgias e as enxaquecas, detêm hemorragias e atua como calmante para o coração.
  • Óleo de Copaíba – possui propriedades medicinais, combate o catarro, bronquites e disenterias.
  • Catuaba – energético utilizado no tratamento de cansaço físico e sexual, insônia, nervosismo e falta de memória.
  • Casca de Açoita Cavalo – contém óleos essenciais que atuam no combate a disenterias, hemorragias, artrite, reumatismo, tumores, colesterol e hipertensão.
  • Casca de Assacu – combate as inflamações em geral, úlceras e tumores.
  • Amêndoa do Açaizeiro – seu óleo verde-escuro é muito utilizado na medicina caseira como antidiarreico. Já o suco possui grande valor nutritivo e contém alta concentração de ferro.
  • Semente de Sucupira – age como um energético, contém alcaloides utilizados contra a febre, o reumatismo, a artrite, as inflamações e as dermatoses.

 

leia mais

Sustentabilidade

Depositphotos_6058501_s-2015

A palavra sustentável tem origem no Latim “sustentare” , que significa sustentar, apoiar, conservar.

Para um empreendimento humano ser sustentável a sociedade, seus membros e suas economias devem preencher suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os  ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção desses ideais.

Ser sustentável exige que mudemos nossa maneira de habitar a terra, de produzir, de distribuir, de consumir e de tratar os  dejetos.

Teremos que Reinventar um novo modo de estar no mundo conosco, com os outros e com a natureza protegendo o Meio Ambiente e minimizando impactos socioambientais.

Sustentabilidade na Toca da Raposa

  • Coleta de água da chuva para reuso
  • Painéis solares – serão instalados em médio prazo
  • Troca de chuveiro elétrico para o sistema a gás
  • Forno para a queima de madeiras (arvores caídas)
  • Compostagem – resíduos orgânicos gerados com a alimentação dos visitantes e dos animais do criadouro
  • Adubação orgânica de horta e do pomar para não afetar o solo
  • Reflorestamento com espécies em extinção palmito Jussara (principal alimentação dos tucanos)

 

“ Mas, por onde começar?  O mundo é tão vasto, começarei com o meu país que é o que eu conheço melhor. Meu país, porém, é tão grande. Seria melhor começar com minha cidade. Mas minha cidade também é grande. Seria melhor eu começar com a minha Rua. Não: minha casa não,  Não:  minha família,  Não importa começarei comigo mesmo”

Confúcio 

leia mais

Manifestações religiosas

Manifestações Religiosas

As referências sobre a religião dos índios no Brasil estão ligadas ao mito de cada povo, os próprios indígenas não usavam a palavra religião. Este termo, que vem do latim ‘religare’, significa religação entre o homem e um ser divino.

Os índios têm um conceito diferente de religar-se a alguma coisa. Para eles, o que existe é uma forte ligação deles com a natureza e desta com Deus.

Os mitos, por sua vez, são histórias com verdades consideradas fundamentais para determinado povo ou grupo e, estas histórias, são caracterizadas pela importância de cada um deles. O mito também pode ser definido de acordo com o nível de linguagem de um indivíduo ou a forma de ele se expressar e contar suas narrativas para o povo. Isso pode acontecer por meio de danças, performances, cantos, gesticulações, desenhos na areia ou qualquer outra forma de se fazer visualizar a história.

Nas sociedades indígenas os mitos ensinam algo sobre a história dos povos e o modo de pensar de cada um deles. Podem exprimir sentimentos e até mostrar valores e deveres de determinadas tribos.

Com uma mistura criativa, utilizam a imaginação e os objetos do mundo natural (que envolve passado, presente e futuro), para construir algo que molde o universo na percepção deles, mas isso varia de tribo para tribo.

Cada povo indígena possui crenças e rituais diferenciados, mas todos, sem exceção, acreditam nas forças da natureza e nos espíritos dos antepassados. Para estes deuses e espíritos, eles preparam rituais, cerimônias e festas.

O responsável oficial por transmitir todos esses conhecimentos aos habitantes da tribo é o Pajé.

 

 

leia mais