Arraial da Toca

No “Arraial da Toca da Raposa”, além da tradicional quadrilha, será erguido, ao lado da Igreja, o mastro de Santo Antônio, São João e São Pedro. Teremos, também as “barracas de brincadeiras” e de “comes e bebes”. O “correio elegante”, bem como a “cadeia”, funcionarão no decorrer de toda a festança.

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Evento Corporativo

A Toca da Raposa disponibiliza seu espaço, produtos e serviços para a realização de ações corporativas, festas de confraternização, gincanas motivacionais, treinamentos, atividades de integração, esportes de aventura, marketing promocional entre outros. leia mais





Blog da Raposa

Danças folclóricas no Brasil

folclore

A dança é um dos componentes culturais mais importantes da humanidade. Influenciada por países da Europa, África e por povos indígenas, no Brasil, funciona como uma espécie de vitrine das nossas riquezas.

As danças folclóricas são originárias de antigos rituais mágicos e religiosos e, hoje em dia, têm múltiplas funções, representam culturas, tradições, fatos históricos, brincadeiras, homenagens, agradecimentos às forças espirituais, dentre outras.

Elas se caracterizam pelas músicas animadas, com letras simples, figurinos e decorações representativas. Entre os principais estilos de danças folclóricas existentes em nosso País, podemos destacar:

Maracatu – Típico do estado de Pernambuco. Com forte característica religiosa, mistura elementos culturais afro-brasileiros, indígenas e europeus. Os dançarinos representam personagens históricos, como os reis, os embaixadores e as rainhas. O cortejo é sempre acompanhado por uma banda com instrumentos de percussão.

Catira – Atrelada à cultura caipira é uma dança típica do interior dos Estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Caracterizada pelos passos, batidas de pés e palmas, ela também é conhecida como cateretê.

Samba de Roda – Caracterizado por elementos da cultura afro-brasileira, o estilo teve início no estado da Bahia. Os dançarinos formam uma roda e dançam e cantam em volta dos músicos. Os instrumentos utilizados neste ritmo são o chocalho, pandeiro, viola, atabaque e berimbau.

Frevo – A marchinha acelerada do carnaval pernambucano é tocada por uma banda e não possui letra. Os dançarinos de frevo usam um pequeno guarda-chuva colorido, como elemento da própria coreografia. As bandas, geralmente, são seguidas por uma multidão de pessoas.

Baião – Ritmo típico do nordeste brasileiro teve um grande representante, que foi Luiz Gonzaga. A dança acontece em pares e tem movimentos parecidos com o forró. Os instrumentos usados são a viola, o acordeão, o triângulo e a flauta doce.

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Festa “Julina” na Toca – 11 de julho

PROGRAMAÇÃO E ALIMENTAÇÃO

MANHÃ
10h às 11h – café de chegada com o delicioso bolo da Toca, suco e cafezinho. Gincana, jogos e brincadeiras com os monitores no Recanto do Folclore.

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ALMOÇO
12h15 às 13h30 – no restaurante Comidinhas da Toca – Feijoada Light. Saladas de folhas e legumes.

  • Arroz branco
  • Carne seca
  • Molhos
  • Feijão preto
  • Paio
  • Couve mineira
  • Linguiça seca
  • Lombo
  • Torresmo
  • Farofa
  • Bacon
  • Laranja

 

Cardápio Kids  – macarrão na manteiga e filet de frango grelhado.
Sobremesa: doce caseiro de aboborae 1 tipo de fruta.

BEBIDAS NÃO INCLUSAS (pagamento no local em dinheiro, cheque ou cartão de débito). Refrigerante guaraná e coca cola  normal e diet, suco Del Valle, agua mineral e cerveja.

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TARDE
Barracas de brincadeiras:

  • Boca do caipira
  • Pescaria
  • Correio elegante
  • Argola
  • Frango na panela
  • Roleta cadeia
  • Quadrilha
  • Bola na lata

 

Barracas de doces juninos

  • Milho Verde
  • Bolo de Fubá
  • Arroz Doce
  • Paçoca pé de Moleque
  • Doce de Abóbora
  • Chá de Quentão

 

PARA PARTICIPAR DESTE EVENTO E NECESSÁRIO EFETUAR A RESERVA, COM O PAGAMENTO ANTECIPADO, POIS O NÚMERO DE VISITANTES SERÁ LIMITADO.

Entrada, Alimentação e Programação

  • Crianças de até 02 anos não pagam
  • Crianças até 08 anos- R$ 85,00 (oitenta e cinco reais)
  • Adultos e Crianças acima de 08 anos –  R$ 110,00 (cento e dez reais)

Preencha o formulário abaixo e envie para o e-mail : tocadaraposa@todaraposa.com.br, para efetuar sua reserva.

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O mês de junho chegou e com ele as Festas Juninas

Latin American holiday, the June party of Brazil, bright night the background with colonial houses, church, lights and colored flags and the inscription in Portuguese Festa Junina

Pula fogueira iaiá

Pula fogueira ioiô

Cuidado para não se queimar

Pois esta fogueira já queimou o meu amor

 

Junho é o mês das Festas Juninas. Mas não podemos esquecer, principalmente, que é o mês de Santo Antônio, São João e São Pedro. Dizem os historiadores que estas festas surgiram em países católicos da Europa e que seria uma homenagem a São João, tanto é que no início era conhecida como Festa Joanina.

Trazida ao Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial, logo foi incorporada aos costumes dos povos locais, como os índios e os negros.

Em princípio, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. A dança marcada, por exemplo, veio da França. Da China veio a tradição de soltar fogos. A dança de fitas, que é muito comum no sul do Brasil, veio de países como Portugal e Espanha. E todos estes elementos foram se misturando aos costumes dos povos que já habitavam essas terras.

O Nordeste do Brasil é uma região famosa pelas Festas Juninas. Antigamente, durante os festejos existia uma tradição em que as pessoas se reuniam em grupos para visitar todas as casas onde eram bem-vindas, levando alegria e muita música. Os anfitriões, por sua vez, recebiam esses grupos com uma mesa farta de bebidas e comidas.  Os antigos costumes deram lugar as grandes festas de São João realizadas hoje em dia, como a de Campina Grande (PB) e a de Caruaru (PE).

Junho também é época da colheita do milho. É daí que vem a essência para maioria dos alimentos preparados nas Festas Juninas. Pamonha, cural, milho cozido, bolo de milho, pipoca e canjica, são alguns exemplos das guloseimas que deixam todo mundo com água na boca. Outros quitutes muito tradicionais nessas comemorações são o amendoim, o bolo de fubá, a cocada, o pé-de-moleque, o vinho quente, o quentão, a batata doce e muito mais.

Aproveite este mês tão recheado de festas e divirta-se!

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Os povos Guaranis

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Existem, aproximadamente, 51 mil Guaranis vivendo em sete Estados brasileiros, sendo esta uma das mais numerosas tribos do Brasil. Eles também estão presentes em países vizinhos como Paraguai, Bolívia e Argentina. O povo Guarani no Brasil é dividido em três grupos: Kaiowá, Ñandeva e M’byá, dos quais o maior é o Kaiowá, que significa “povos da floresta”.
São povos com intensa espiritualidade. A maioria das comunidades tem uma casa de oração e um líder religioso, cuja autoridade é baseada em prestígio, em vez de poder formal.
Durante centenas de anos, o povo Guarani viajou grandes distâncias em busca de novas terras, onde eles imaginam encontrar a imortalidade, um lugar no qual as pessoas vivessem livres da dor e do sofrimento, chamado de ‘a terra sem males’. Um local revelado a eles por seus ancestrais.
Nos últimos 500 anos, praticamente, todas as terras dos Guaranis, no Mato Grosso do Sul, foram-lhes tiradas. Registrou-se uma onda assustadora de devastamento, transformando quase toda a região em fazendas de gado e plantações de cana-de-açúcar para o mercado de biocombustíveis.
Muitos dos Guaranis foram arrebanhados em pequenas reservas, que acabaram ficando superlotadas. Em Dourados, por exemplo, 12 mil índios vivem em pouco mais de 3 mil hectares.
Com a destruição da floresta, a caça e a pesca não são mais possíveis e não há terra suficiente até mesmo para plantar. A desnutrição é um problema sério e muitas crianças Guaranis morrem de fome.
Nesta mesma região, os Guaranis sofreram e ainda sofrem muito com o racismo e assédio da polícia. Estima-se que mais de 200 deles já tenham sido presos, com pouco ou nenhum aconselhamento legal. Essa situação resultou na condenação de pessoas inocentes, muitos estão servindo sentenças severas para delitos menores.
Afetados pela perda de suas terras e por este cenário de injustiças, houve uma terrível onda de suicídio entre esses povos em toda a América do Sul, que teve início no século passado e ocorre até os dias atuais.

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